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quarta-feira, 11 de março de 2020

CRAS de Junco realiza palestra para os alunos da Escola Primeiro de Maio



Levando mais informações aos alunos da Escola Primeiro de Maio, em Junco do Maranhão, o Centro de Referência de Assistência Social – CRAS realizou nesta terça-feira (10) uma palestra sobre o suicídio. O foco foi na prevenção de um dos problemas recorrentes entre os jovens brasileiros.

Vale enfatizar que a palestrante foi a psicóloga Mariana, sob supervisão da coordenação do CRAS. Outras escolas serão visitadas ainda neste mês.

Orientar e informar sobre o suicídio é cada vez mais necessária e por este motivo os profissionais irão continuar a realizar o trabalho em outros locais de Junco.


Entenda sobre suicídio

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), temos um suicídio a cada 40 segundos no mundo. E o Brasil ocupa o oitavo lugar no ranking de países com mais casos. É um problema de saúde pública que não pode mais ser visto como tabu. Falar a respeito, levar conhecimento à população, é uma forma de diminuir o estigma social, possibilitar o reconhecimento de vítimas em potencial e difundir que há ajuda e tratamento.

Atenção aos sinais de vulnerabilidade

Familiares e amigos devem ficar atentos a frases e comportamento como:
“Minha vida não tem mais sentido.”
“Não tenho mais vontade de viver.”
“Eu sou um peso para minha família.”
“Preferia estar morto.”
Isolamento e distanciamento social.
Todos são indícios de vulnerabilidade. Diferente do senso comum, quem fala, pode vir a cometer suicídio, sim.

O papel do psicólogo na prevenção ao suicídio

Quem enxerga o suicídio como recurso quer se livrar de uma dor emocional. No consultório de um psicólogo é importante, além do acolhimento, desenvolver com o paciente recursos de enfrentamento frente a crise vivenciada. Além disso,  fazer com que ele perceba que não tomamos uma medida definitiva – o suicídio, para uma situação transitória.
A presença da família e dos amigos também é muito importante neste processo. Todos podem ser aliados em tomar medidas preventivas em casa e no local de trabalho. Assim, diminui-se riscos potenciais – janelas sem proteção, acesso a facas, cordas, medicamentos. Além, é claro, de ter uma presença efetiva e afetiva.
Na maioria dos casos, o atendimento psicoterapêutico está associado ao atendimento psiquiátrico, para um resultado mais efetivo.
Diante de dúvidas, angústias, conflitos – seus ou de familiares e amigos -, um psicólogo pode ajudar.

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