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domingo, 21 de janeiro de 2018

Venezuela: com escassez de remédios no país, ditador Maduro manda doentes se tratarem com “limão, camomila, mel e áloe vera”


VENEZUELA — Remédios e outros produtos de necessidade básica a saúde estão em falta nas farmácias e hospitais da Venezuela.

Diante disso, o ditador Nicolás Maduro anunciou, numa conferência para imprensa no Palácio Presidencial de Miraflores, um “plano de medicina 100% natural”.

Declarou que se curou de uma “gripe terrível” com camomila, aloé vera, limão e um pouco de mel e que essa é uma “receita tradicional” de sua família.

Ele pensa que a contaminação epidêmica de Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis se resolve com camomila? Os que tem câncer irão fazer quimioterapia com aloé vera? Diabéticos devem tomar suco de limão?

SOCIALISMO QUE DEU CERTO

Em 17 estados, a gasolina está no fim. Médicos anunciam que pacientes diabéticos estão morrendo há quatro meses por falta de insulina. E só agora, pela primeira vez, a Organização Mundial de Saúde, OMS, admitiu que a Venezuela está em “crise humanitária”.

Pois bem. A Venezuela estava em crise em 2014, agora já está em caos total. “No hospital, não temos como tratar os pacientes e estamos fazendo vaquinha para comprar alguns produtos básicos.”, contou Monica Conde ao Estadão, uma médica de Vargas, norte da Venezuela.

Desde 2014 faltam, pelo menos, 100 remédios considerados essenciais a qualquer hospital e farmácia. Segundo a Federação Farmacêutica da Venezuela, 85% dos medicamentos necessários à população sumiram. E no caso de tratamento de doenças crônicas, como diabetes e câncer, a escassez é de 95%.

A situação está tão crítica que reapareceram doenças que haviam sido erradicadas há 24 anos, como tuberculose e sarampo. Além disso, o país enfrenta uma epidemia de malária que já acometeu 200 mil pessoas até outubro, provavelmente, dois meses depois, o número aumentou.

A desnutrição em crianças aumentou para 68% em agosto. Segundo um estudo da ONG Cáritas, 35,5% das crianças pobres, com idade de 0 a 5 anos, estão desnutridas. Além disso, o número de mortalidade infantil aumentou em 30%, sendo que 11.466 crianças de 0 a 1 ano morreram no ano passado.

Também não é possível encontrar métodos contraceptivos, o que causou um aumento drástico nos casos de doenças sexualmente transmissíveis, como gonorreia, sífilis e herpes. Está acontecendo também uma epidemia de abortos caseiros.  Somente em 2016 foram 3.430 atendimentos médicos em decorrência de abortos improvisados. Neste ano, mais de 6,5 mil pessoas contraíram o HIV na Venezuela.

Mesmo com as maiores reservas de petróleo do mundo, não há gasolina em várias regiões, logo, o transporte público também está em falência.


Esse é o socialismo que deu certo.
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