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domingo, 28 de julho de 2013

MINUTA


Discutir relação é a parte mais difícil da vida. E não me refiro apenas a homem e mulher, abranjo amigos, familiares, parentes. Nenhuma pessoa tem o hábito de se expressar abertamente e falar olhando no olho.
Pelas costas sim, todos têm opinião, todos criticam, todos falam mau. Falam porque não tem coragem de falar na cara. Escondem-se por traz das cortinas chamada dissimulação.
Nunca é tarde pra mudar os modos. Aderir à arte do dialogo não é tão difícil assim, não custa caro, basta apenas decisão.
Decisão pra ser arquiteto de relações mais saudáveis baseado em amizades sólidas, com alicerces inabaláveis. 
Nunca é tarde pra começar uma nova minuta.

RENATO


DIAS


Os dias passam tão rápido, na rapidez anda o belo.
A beleza do olhar, do apreciar, do nascer do sol.
Nessa atmosfera desnudada tudo se esquece.
Se esquece de dizer: “te amo!”, de dizer: “te quero!”.
E assim o tempo vai... Quando o tempo resolver parar,
Tudo que é belo não existem mais.
Porque quando tudo parar significa que a existência se foi.
Será tarde demais!
RENATO

DEPENDE DE NÓS



Cory Monteith se foi. O jovem astro do seriado Glee, foi encontrado morto no último dia 13, em um hotel na cidade VancouverCanadá. O motivo da morte foi overdose, por misturar heroína e álcool. O ator travava uma luta contra as drogas há tempos, perdeu a guerra e deixou o mundo dos seriados americano mais triste.

Sim, esse mal continua ceifando milhares de vidas. Dilacerando sonhos. Destruindo famílias.

As drogas chegam trazendo alegria, euforia, alucinações e prazer. Sensações passageiras: servem apenas para fisgar o peixe e depois de preso vem: ilusão, decepção, angustia, medo e morte.

O custo do prazer inicial se transforma em um pesadelo mortal, onde o homem luta consigo mesmo, uma guerra amargada internamente, pressão, choro, raiva, arrependimento.

Tarde demais!

Há milhares de quilômetros de onde Cory morreu, Maracaçumé – MA – BR, a cena se repete diariamente. A diferença é que, por aqui, são todos anônimos. Jovens sem esperança, mergulhados no mundo do vício, e pior, com o vício vem o crime, o roubo a desonestidade. Um conjunto de fatores que desfigura a cara de um ser humano.

A cena é triste. Sem roupas, sem rumo, sem vida, muitos vagam sem destino, sem caminho, sem céu pra chegar. Devorados pela força do prazer instantâneo. Não pensam, não amam, não respiram o amor.

Não existe diferença, raça, cor, pobre ou rico, gordo ou magro, o efeito é o mesmo, a camuflagem pode mudar, mas o destino, se não tratado, é o mesmo: sete palmos de Terra.

Maracaçumé, como em todo mundo, sofre por ver seus jovens com futuro brilhante (que poderiam está em uma escola, depois numa faculdade e, por ultimo, construindo riqueza para o país) largado a dura tirania imposta por escolhas traidoras de si mesmo.

Isso tem solução?

Claro que sim! Ainda existe uma esperança (frase emblemática dos meus amigos adventistas) e que tem uma mensagem perfeita. Nunca é tarde pra tentar mudar a sorte perdida em escolhas fajutas. Entretanto, depende da pessoa, da família e da sociedade em querer aceitar essas pessoas, novamente, como gente do bem.

O preconceito, ainda é a porta mais larga pra fazer com que muitos permanecem onde estão. O ser humano tem um poder, mais de destruir, do que edificar. Uma pena. Precisa mudar. Depende de nós.

RENATO COSTA.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

ESCOLA E SOCIEDADE



As grandes discussões do ensino sempre foram pautadas nas funções sociais da educação. Um filme produzindo em 1967, ao mestre com amor, mostra essa relação bem nítida, e embora o enredo da obra seja ambientado nos anos 60, ela continua tendo o mesmo valor, pois a educação de sala, principalmente a pública, continua como a grande influenciadora dentro da sociedade.

O filme, já citado, relata a historia de um jovem professor que entra em uma escola onde estão matriculados os piores alunos: Adolescentes rebeldes e mal educados, que tem como objetivo expulsá-lo da escola como fizeram com os outros professores. No entanto, ele provoca uma revolução social dentro da escola como vamos transcorrer neste texto.

A escola tradicional, a chamada conservadora, sempre adotou o método repeteco, ou seja, os professores eram induzidos a seguires regras pré-estabelecido pela sociedade. As regras não podiam mudar e desta forma a sociedade não submergia seus valores tão aclamados pela elite conservadora. Há uma cena no filme, que descreve isso. A mãe de um dos alunos (que é preto) falece e os amigos de turma lhes compram flores, mas se recusam a levarem ao enterro por receio do que os outros vão pensar pela condição social. Entretanto, o professor usa a influencia e muda o paradigma daqueles alunos, e todos, na hora marcada, estavam no funeral entregando pessoalmente as flores.

A educação tradicional, do mesmo contorno, tem evoluído bastante e quebrado paradigmas. As técnicas obsoletas foram deixadas de lado e as portas se abriram para os novos processos que pouco a pouco tem produzido uma educação equitativa e respeitando as mudanças na sociedade. É claro que, para isso adentrar na sala de aula, houve uma ruptura por parte da sociedade tradicional, mas isso foi quebrado pelos processos tecnológicos que defendem a difusão dos novos modelos de educação, ações lentas que transforam a maneira de enxergar a educação.

Observando a educação no sentido amplo e contemplando seus objetivos claros, e um desses, é o processo de transformação do ser humano em pessoas mais justas, levando em consideração a educação da família e da sociedade, observamos que ela contribui para que o indivíduo tenha, além de conhecimento e técnicas, atributos sociáveis, isto é, habilidades para transformar a sociedade em um ambiente mais prazeroso, isso inclui: o respeito ao próximo, aceitação pela diferença, predicados afetuosos e etc.

 A escola prepara para a vida... É o filme mostra isso abertamente, quando, o professor chama a responsabilidade da turma e fala fracamente para todos que: “nenhum presente ali na sala era criança, e que todos deviam adotar aptidão de homens e mulheres de bem”, e ainda acrescentou: “que os hábitos ruins eram necessários ser deixado de lado para se alcançar o sucesso”. A principal função da escola no processo humano é: formar o cidadão com capacidade de interagir plenamente na política e na vida social com responsabilidade e placidez, quando a escola alcança esse objetivo ela tem cumprido o seu dever.

Outro papel importante da escola é a elevação do individuo dentro da sociedade. O mundo se desenvolve casa vez mais e para alcançar esse desenvolvimento à educação é indispensável, tanto para preservar o conhecimento, como para transformar o que já existe em novos conhecimentos capazes de fazer as grandes revoluções no campo educacional e social. Dentro da sala de aula, e no filme foi abordado, é imponte trabalhar um pouco de tudo, inclusive gastronomia – uma aula simples – mas que traz consequências positivas na vida. Esse é apenas um exemplo, de vários outros, que podem ser praticado na escola que terão efeito direto na sociedade, como as finanças do dia a dia ou até mesmo relações afetivas.

A arte de repassar o conhecimento, antes feita de boca a boca, e que hoje são registradas nas mais variadas plataformas, mudou o jeito de transferir o conhecimento, mesmo com tudo anotado, é necessário o acompanhamento do profissional com experiência, é por isto que, tanto médicos como engenheiros, precisam passar pela residência, isto é, um estágio ao lado do profissional da sua área.

Porém, isso não hesita que ajam as inovações atreladas à área da educação. Os modelos antigos podem permanecer desde que, esse modelo seja ligado às novas metodologias compreendidas pelo novo sistema educacional. Essa reflexão me faz lembrar que no filme a AO MESTRE COM CARINHO, o professor preciso abandonar a maneira tradicional e implantar uma nova maneira de ensinar, sem livros, assuntos planejados e etc. A nova aula era escolhida – muitas vezes – pelos alunos que ali tiravam suas dúvidas sobre temas, que muitas vezes, não tinha oportunidade de pergunta em casa. Esse modelo de educação, regulada na liberdade de ensino, é um dos modelos da nova educação e que está, cada vez mais, sendo implantado como alternativa para libertar a educação tradicional.

A educação quando bem trabalhada na vida de uma pessoa ela tem a competência de transformar todo o seu ciclo de vida, e isso vai muito além a sua existência, incorpora outras pessoas que são beneficiadas com os atributos positivos, que no mais provável, transforma todo um ambiente, antes sem prospecção, em um espaço com benefícios coletivos. Isso só é possível quando existe espaço para a educação, pois, quando existe educação de qualidade se constroem homens e mulheres com condições imensuráveis.

É através dessa visão que se constroem intelectuais preocupados com o campo cientifico. Colaboradores, não apenas por um tempo, mas a vida inteira, disponível para ajudar a construir uma escola mais forte que realmente faça a diferença dentro de um sistema. Neste caso, o sistema público, que tem em suas amplitudes, um sistema falho e que precisa ser melhorado urgentemente para que tudo que foi dito anteriormente, não seja privilégio apenas de alguns, mas que seja para todos, em um universo que abarque pobres, pretos, braços, ricos e deficientes, e que para isso, não sejam necessários a implantados de cotas e mais cotas como vemos atualmente, mas que haja uma revolução no processo de ensino aprendizagem.

A educação pública deve, além de promover a cultura entre os alunos, ensinar a todos a respeitar as diferenças que existem entre elas. Esse panorama eclético é a porta principal para a liberdade de expressão, ou seja, é de onde surgem os talentos ocultos. Fazer aflorar as habilidades, que podem ser variadas, é a grande missão da escola. O modelo atual está um pouco atrasado, em comparação, a outros países, onde o aluno desde cedo é diagnosticado, ou seja, é direcionado a desenvolver aquilo que ele tem mais habilidades. Isso provoca uma revolução nas especializações lá na frente. Pois, não se perdeu tempo com aquilo que não interessava.

Refazer a escola pública com esse novo modelo é um desafio, porém não impossível. Muito se houve dizer que o problema da educação é a falta de dinheiro, pode até ser por um lado, porém, comparado escolas do próprio Brasil que deram certo, com menos dinheiro, com escola que receberam muito é um paradoxo, que é preciso ser estudo e visto pelos pedagogos da educação. O dinheiro não é tudo, pois não adianta muito dinheiro sem que haja planejamento para o que fazer com ele. E a mesma coisa de equipar uma escola com aparatos tecnológicos e a maior parte dos professores não saberem manusear – esse investimento será em vão. Tudo precisa caminhar com objetivos claros e definidos e com metas a serem cumpridos nos prazos.

Até hoje a educação não funcionou porque é atrelada a administração pública municipal. Onde os profissionais da educação são nomeados, não por capacidade, e sim, por apadrinhamento politico. Isso enche as escolas de maus professores, péssimos coordenares e por ultimo, diretores corrompidos.  Um ciclo que se fecha no aluno que, desmotivado por não vê o barco andar, resolve por se só cair fora antes do tempo, antes do barco afundar, pois não enxerga motivação em quem está guinado o barco, imagina em que está longe, que é o caso dos pais que são tomam providências, em relação a escola, apenas quando ameados de cortes no tal da bolsa família.

O papel da família é muito importante no processo de aprendizagem, no filme, um momento atraente, foi quando uma mãe de uma aluna foi pedir ajudar para o professor, porque sua filha estava saindo copiosamente e retornando tarde de casa, e ele prontamente se dispões a cooperar no caso, e o final foi que os episódios mudaram. A participação da família na escola é um dos pontos altos para que a educação funcione, não apenas cobrando dos filhos, mas cobrados dos profissionais da educação também. Discutir os problemas de casa e escola revela os pontos que podem está prejudicando o aluno na sala de aula.

Enfim, a escola é um lugar de harmonia. Devia existe atributo, mais louváveis para se interpretar, mas sabemos que estamos apenas caminhando para conquistar esse objetivo. Embora a caminhada seja longa, a escola, mesmo com falhas, ela cumpre seu papel dentro do limite disponível. É uma promotora de ideias, de lá saem os homens que ajudaram a construir a educação que vemos hoje; os homens que investiram tempo e dinheiro se preparando para elevar o grau das instituições superiores, e hoje é acessível a todos e principalmente porque a escola é transformadora.

Sim, a escola desempenha esse papel tão crucial que a gente vê nas pessoas que estão mais tolerantes sobre determinados assuntos, que antes era tabu, e se alguém falasse era castigado ou então jogado na fogueira. A educação promove a mudança de pensamento e faz os homens, em sua plenitude, serem mais sensíveis. Isso é resultado da escola e das modificações que ela tem provocado na vida das pessoas ao longo do processo de modificação do aprendizado.

Essa evolução constante nos leva a acreditar que muito em breve estaremos melhores e mais humanos. Com igualdade para todos, sem exceção. Nessa nova sociedade a escola será para todos e ela cumprira o seu dever de casa direitinho. Eu creio e estudo para fazer parte desta revolução.

Por: RENATO COSTA.

 

  

 

 

 
 
 
 
 
 

BODE EXPIATÓRIO


O Maranhão é dos estados mais pobres da federação. Algumas pessoas atribuem isso a administração pública ligada à família Sarney (ah! Sempre se encontra um bode expiatório).

Tudo bem, eles tem uma parcela de culpa, mas a culpa maior é dos Maranhenses que são um povo preguiçoso. Isso não é fábula é verdade!

Lembro que na administração da ex-prefeita Elisa Batista, alguém foi lhe fazer um pedido (dinheiro eu penso). Ao que ela sugeriu que a pessoa montasse um negocio: plantação de cheiro verde.

A pessoa saiu de lá soltando fogo pelo nariz e espalhou a notícia pela cidade, e essa historia – em pouco tempo – virou piada contada em toda a cidade e adjacências.

A prefeita já tinha uma reprovação recorde. Essa declaração piorou, ainda mais, sua condição perante o eleitorado.

Resultado: ela não conseguiu se reeleger.

Analisando esses fatos, se percebe que a maior parte do povo está acostumando a pedir. Empreender, que devia está no sangue, anda longe do plano da maioria.

Isso gerou uma sociedade ligada apenas à prefeitura, ou seja, uma população acomodada que espera (deitado) o pão cai do céu, neste caso o dinheiro cai na conta.

A máquina pública não pode sustentar uma cidade inteira com emprego.

Como resolver esse problema, principalmente, de cidades pequenas?

A construção de riqueza só se consegue através do trabalho árduo. Fora disso, só ganhando na loteria. Mas, ganhar é mais difícil que montar uma empresa.

O trabalho, quando ligado ao empreendedorismo, além de trazer rentabilidade, ajuda o estado, através dos impostos que retornam em benefícios a população em forma de saúde, educação e saneamento. Isso gera um ciclo necessário no capitalismo... Devia ser assim, mas não é! Mas isso é tema de outro texto.

Só que no caso do Maranhão, as grandes e pequenas empresas são raríssimas, comparado com outros estados, inclusive do Nordeste que estão se industrializado e isso tem provocado uma mudança na vida das pessoas.

Para isso acontecer no nosso Estado e Cidade, a sociedade local precisa enxergar nos estudos a solução. É necessário mais aproveitamento e aplicação nos estudos e seguir todas as etapas para uma boa formação.

Essa falta de capacidade dos maranhenses é um fator que faz dele um estado sem empreendedores. Um estado rico, onde o seu povo não sabe aproveitar a riqueza.

Sem conhecimentos técnicos e intelectuais a maior parte corre para as bolsas do governo federal. Uma esmola que faz os olhos (de alguns) brilharem igual ao sol do meio dia.

Transformar o pensamento da população é a função principal da educação. Quando existe educação, se vê emprego, empreendedorismo, riqueza e felicidade nos olhos das pessoas.

Portanto, vamos apostar na educação, pois ela alça o estado de gracejo de uma pessoa!

RENATO

 

 

 

  

 

 

JOHN HUSS



Em 1415 d.C., na cidade de Constança, foi morto na fogueira John Huss. Um grande pregador e escrito que foi considerado herege pela igreja católica por se contrapor as atitudes errôneas do alto clero. Huss dizia que o Papa não era o substituto de Pedro e tão pouco os cardeais, seriam os demais apóstolos.

Essas afirmações mexeram profundamente com a liderança, que para evitar o crescimento de suas ideias, forjou inúmeras provas, falsas, para levar John Huss à cadeia.

Já preso, a autoridades eclesiásticas lhe deram duas opções: a primeira – ele teria que pedir perdão e abandonar suas ideias. A segunda, permanecer com suas convicções, no entanto, teria que aceitar a sentença do clero.

Ele escolheu a segunda. Morreu na fogueira. Antes teve seu coro cabeludo arrancado com uma navalha, e em sua cabeça colocaram uma coroa de espinho, pra ele foi uma honra morrer como Cristo. O fogo queimou sua carne, mas não penetrou no seu espírito. O fogo consumiu a matéria, porém seus ensinamentos permaneceram para sempre na historia.

Morreu feliz, mas não negou sua fé!

Um detalhe: quem mandou Huss para a fogueira foram os que conheciam a verdade. Que sabiam da verdade e que, assim eu penso, pregava a verdade.

Essa historia ocorreu 100 anos antes da reforma protestante.

Por que estou contando está historia hoje? Porque as pessoas não gostam de ouvir certa verdade, e ainda querem impor suas mentiras para quem tem uma capacidade, muito maior, pra analisar o que é coerente.

Na idade das trevas a igreja mantinha o monopólio da fé. Mas hoje não! Todos tem o direito de fazer da sua vida o que bem quiser. Todos podem acreditar que o Papa é a cabeça da igreja ou simplesmente ignorar essa informação. Não vai mudar a vida de ninguém, pelo menos no Brasil.

Portanto, não quero aqui ofender ninguém, mas sim dizer que não podemos voltar à idade medieval, onde a repressão de pensamentos era absurda.

Quando escrevo percebo que muita gente gostaria de falar tudo que está engasgado, mas não o fazem por medo de perder o emprego ou ser perseguido lá na frente – é triste, mas ainda existe perseguição hoje, mas ao invés de está na igreja, se transferiu para a prefeitura.

Mais eu quero dizer que ficar calado é muito pior. As grandes revoluções só acontecem quando existem pessoas dispostas a fazer a diferença dentro de uma sociedade. Mas, quando a maior parte, resolver cruzar os braços e vê o circo pegar fogo, e, só descruzar em tempo de eleição, o resultado é um povo alienado e conduzido pelas corretes errôneos de quem tem persuasão e poder.

Fuja disso e enfrente a fogueira – pelo menos na historia você vai figurar como alguém com coragem.

Renato.

 

 

 

quinta-feira, 11 de julho de 2013

AOS MEUS AMIGOS

Aos meus clientes amigos: saibam que além de amigos são cooperadores dos meus sonhos, conto sempre com vocês.

Aos meus amigos de igreja: preciosidades que Deus colocou no meu caminho e que faz uma grande diferença nos momentos difíceis.

Aos meus amigos de faculdade: alguns se foram pra longe, outros continuam tão perto, venero cada momento e aproveito, porque sei que a magia é breve.

Aos meus amigos de trabalho: aprendo a cada dia com seus conhecimentos e compreendo que também compartilho um pouco que sei, a reciprocidade é constante, o ciclo é curto, mas vale a pena cada momento.

Aos meus amigos alunos: pessoas que absorveram um pouco do que sei e da mesma forma aprendi muito com cada um.

Aos meus amigos vizinhos: mesmo sendo tão poucos, e quase não visitando, aqui e acolá paramos pra conversar e tomar aquele café. Isso é o que vale na vida.

Aos meus amigos de facebook: amigos distantes, mas sempre param pra ler e ver o que posto, alguns até comentam e fazem aquele elogio que massageia o ego.

Aos meus parentes amigos: são poucos, mas, esses escassos, amo demais.

Aos meus amigos distantes: saiba que nunca vou lhes esquecer!... Vê se convida a gente pra aquela visita. A saudade é grande, mas a distancia é necessária.

Aos meus amigos de tempo de escola: alguns nem se lembra de mim, mas eu também já me esqueci de alguns, mas existe sempre aquele que é para sempre.

Aos meus amigos do coração: esses são o de almoço de domingo, são poucos, mas são os melhores.
 

Aos meus amigos de outras igrejas: mesmo proferindo fé diferente, temos o mesmo ideal: chegar ao céu onde o nosso paizão habita.

Aos meus amigos ateus: si tenho amigo assim? Pode até não ser, mas anda perto.

Aos meus ex-amigos: sim, eu tenho inimigo, mas mesmo assim venero a sua existência. Alguns se foram da minha vida de repente, outros se afastaram por livre vontade, outros me odeiam mesmo porque eu escrevo o que eles não gostam, mas tudo bem, não me importo com isso.

Aos meus melhores amigos: minha mãe, meu pai e meu amor. Os tesouros da minha vida. Onde descaso nos momentos de crise, onde choro e sou consolado, onde conto às derrotas e festejo as vitorias.
A todos que fazem parte da minha vida, direto e indiretamente, UM FELIZ DIA DO AMIGO.
 
POR: RENATO COSTA


 
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